A líder da influente comissão do Senado norte-americano para os serviços de informação disse na segunda-feira ser «totalmente contra» a espionagem de dirigentes de países aliados e pediu uma revisão das operações secretas.

A senadora democrata Diane Feinstein garantiu que os legisladores foram mantidos na ignorância das escutas a dirigentes mundiais, como a chanceler alemã, Angela Merkel, num momento em que a revelação destas operações de espionagem afeta as relações entre os Estados Unidos e a Europa.

«Sobre o conjunto de informações obtidas pela Agência de Segurança Nacional [NSA, na sigla em inglês] de líderes de aliados dos Estados Unidos - incluindo a França, a Espanha, o México e a Alemanha - declaro inequivocamente: sou totalmente contra», afirmou a senadora Feinstein.