vitória da extrema-direita

“Le Figaro” diz que há um “vento de cólera” em França e refere que, “a partir de agora, sem contestação, a Frente Nacional é o primeiro partido de França” ao vencer em seis das 13 regiões francesas.  

“A direita esperava uma grande onda azul para medir forças com a onda rosa de 2004 e 2010, mas foi uma onda azul-marinho (que em francês se diz “bleu Marine”, aqui numa alusão à líder da FN) que venceu a primeira volta das eleições regionais no domingo”, escreve o jornal.

“Já se tornou num hábito, mas o choque, de cada vez, é o mesmo: é a Frente Nacional, que progride, que cria a surpresa e que altera todos os cenários elaborados previamente”, acrescenta.


“Os progressistas devem reagir sem demora e reagruparem-se.”




“A Frente Nacional às portas do poder”

“Com cerca de 30% dos votos, a FN é, neste momento, o primeiro partido da França. Triplicou o número de votos em comparação com as regionais de 2010, assumiu a liderança na primeira volta em seis regiões - quase metade das 13 novas regiões!”, afirma o jornal.  

A menos de ano e meio das presidenciais em França, Marine le Pen alcançou um resultado histórico nas regionais que lhe dá alento para o futuro. Sondagens recentes dão a líder nacionalista também à frente na primeira volta da futura corrida ao Eliseu. E é isso mesmo que sublinha o “Le Parisien”:

“Nunca a FN esteve tão perto do poder. É verdade que as regiões não são o Eliseu. Mas se fosse a primeira volta das eleições presidenciais, que tivesse sido votada ontem, Marine Le Pen ter-se-ia convenientemente qualificado para a segunda volta.”

Eleições quase sem campanha e extrema-direita de feição







atentadosestado de emergência





a partir da Grécia

Segunda volta no domingo sem fusões no horizonte





retirada na segunda volta