A Presidente brasileira e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, (Partido dos Trabalhadores, de centro-esquerda) afirmou este domingo que a campanha teve «momentos lamentáveis», em declarações antes de votar em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

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Em conferência de imprensa dada num hotel antes de votar, a candidata disse que foram usadas «formas de tratamento indevidas» na disputa política e que isso «foi rejeitado pela população»A campanha para as eleições brasileiras deste ano tem sido uma das mais disputadas. Há mesmo quem diga que é uma das mais truculentas da era democrática. A justiça eleitoral brasileira viu-se mesmo obrigada a intervir, já nesta segunda volta, e a dar um «puxão de orelhas» aos candidatos, obrigando-os a amenizar o discurso e as críticas pessoais. .

A segunda volta das eleições presidenciais brasileiras ocorrem hoje, até as 17:00 locais, e os brasileiros podem escolher Rousseff ou o candidato Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira, de centro-direita. Devido às diferenças de fuso horário de até três horas no Brasil, o encerramento das urnas começa às 19:00 horas de Lisboa, e estende-se até as 22:00.

A campanha para as eleições brasileiras deste ano tem sido uma das mais disputadas. Há mesmo quem diga que é uma das mais truculentas da era democrática. A justiça eleitoral brasileira viu-se mesmo obrigada a intervir, já nesta segunda volta, e a dar um «puxão de orelhas» aos candidatos, obrigando-os a amenizar o discurso e as críticas pessoais. 

O candidato à presidência Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira, de centro-direita, votou por volta das 10:30 locais (12:30 em Lisboa), em Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, e criticou a «sordidez» da campanha.

Neves demorou menos de dez segundos para votar na urna eletrónica colocada numa escola estadual, e acenou para os fãs e fotógrafos, segundo a imprensa local. Registaram-se alguns tumultos com o público, que tentava fotografar o candidato, e com a imprensa.