Um tribunal do Cairo proibiu esta segunda-feira as «atividades» da Irmandade Muçulmana, uma decisão que retira qualquer estatuto legal à confraria islamita, e confiscou todos os fundos e bens móveis da organização.

O tribunal também decidiu banir «qualquer instituição proveniente ou pertencente à Irmandade», precisou a agência oficial MENA, sentença que possivelmente atingirá o Partido da Liberdade e da Justiça, braço político da Irmandade e a principal formação do país.

A queixa legal foi avançada pelo Partido Nacional Unionista Progressista (Tagammu, esquerda nacionalista moderada).