A comissão especial que analisa o processo de destituição da Presidente brasileira, Dilma Rousseff reduziu esta quinta-feira de 15 para 5 dias o prazo máximo para entrega das alegações finais da defesa e da acusação.

A redução do prazo faz acelerar toda a tramitação do processo de impugnação do mandato presidencial, com a votação final no Senado brasileiro a poder acontecer em julho e gerou polémica entre os membros da comissão.

O ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa da chefe de Estado, atualmente suspensa de funções, alegou que a decisão tinha como objetivo apressar os trabalhos e anunciou que vai recorrer para o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter o encurtamento do prazo.