A Justiça dos Estados Unidos acusou terça-feira o jovem Mufid A. Elfgeeh, de origem iemenita, mas com nacionalidade norte-americana, de recrutar em Nova Iorque militantes para se juntarem ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Elfgeeh, de 30 anos e residente em Rochester (Nova Iorque), foi detido a 31 de maio depois de comprar duas pistolas com silenciador para disparar contra militares norte-americanos regressados ao país, vindos de guerras no Médio Oriente.

Outro alvo eram os muçulmanos xiitas de Nova Iorque, informou o departamento da Justiça em comunicado.

O parlamento francês aprovou na terça uma nova lei anti-terrorismo com o objetivo de impedir potenciais «jihadistas» de viajarem para países como o Iraque e a Síria, confiscando os seus passaportes.

A proibição de viajar pode ser imposta «quando há fortes motivos para acreditar que alguém está a planear viajar para o estrangeiro com o objetivo de participar em atividades terroristas, crimes de guerra ou crimes contra a humanidade, ou ainda juntar-se a uma operação de grupos terroristas, em condições que vão potencialmente prejudicar a segurança pública no seu regresso a solo francês», indica o diploma.

Esta proibição pode ser imposta durante seis meses, sendo renovável até dois anos, como reporta a Lusa.

E o Supremo Tribunal do Bangladesh comutou a sentença de morte de Delwar Hossain Sayedee, um líder islamita cuja condenação em 2013 provocou motins com mortos.

O tribunal considerou que Sayedee vai passar «o resto da sua vida na prisão», revelou a agência AFP citando um dos seus jornalistas presentes na sala de audiências.