O incêndio que esteve ativo durante quatro dias e consumiu cerca de 4 mil hectares de floresta em Palma, no arquipélago das Canárias, deixou também milhares de desalojados. O fogo obrigou à evacuação de três aldeias e 3.000 pessoas tiveram de abandonar as suas casas. Um guarda-florestal perdeu a vida, na quarta-feira, ao ser surpreendido pelas chamas.

Segundo o site de notícias Excelsior, os 350 de bombeiros que combatiam o fogo contaram com a ajuda de quatro avionetas e oito helicópteros.

A ministra interina da Agricultura e Ambiente, Isabel García Tejerina, afirmou que as altas temperaturas, a densa vegetação e o terreno com difícil acesso complicaram os esforços para extinguir as chamas.

As autoridades já identificaram o responsável por este incêndio que confessou o crime, mas garantiu ter-se tratado de um ato involuntário. O turista alemão estava a queimar papel higiénico numa zona de mato seco, o que fez com que pequenas fagulhas deflagrassem chamas maiores que o homem não conseguiu apagar.