Na publicação que se tornou viral, o jovem escreveu que ficou dececionado por ter constatado que, afinal, as histórias que associam refugiados a roubos ou violência não passam de alarmismos sem fundamento.

 

“As nossas facas ainda estão na cozinha, justamente onde eu as tinha deixado, antes de os refugiados  terem chegado. Nunca precisámos de uma chave para trancar o nosso quarto,  exceto uma vez, quando um amável afegão precisou dela para brincar com os nossos gatos. Na realidade, os quatro gatos velhos e gordos divertiram-se imenso com o rapaz.”

Gerade in schlechten Zeiten sollte man die eigene Bilanz prüfen. Meine schaut so aus: Seit Juli rund 24 Leute aus...

Publicado por Dirk Voltz em  Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015

O jovem sublinhou que nenhum dos refugiados afirmou que a Sharia (lei islâmica) era melhor do que a lei alemã e que ninguém fez comentários sobre o facto de dormir na mesma cama com Mário, o companheiro. 

Mais, a desilusão veio com os que lhe eram mais próximos, não com os refugiados. O alemão contou que recebeu mensagens com insultos e ameaças de morte. 

"A verdadeira decepção materializou-se em mensagens insultuosas, ameaças de morte na rua, ou através de cartas insultuosas que me colocavam à porta de casa. “