Fort Hood, nos Estados Unidos, volta a ser palco de um tiroteio depois de em 2009 ter visto Nidal Hasan, 42 anos, ex-psiquiatra do Exército norte-americano, matar 13 compatriotas desarmados.

Em novembro de 2009, Nidal Hasan matou 13 pessoas, incluindo uma mulher grávida que lhe implorou pela vida do bebé. O ex-psiquiatra só foi travado por um polícia que o atingiu e que o deixou paralisado e condenado a uma cadeira de rodas.

A 28 de agosto de 2013, Hasan foi condenado à pena de morte por injeção letal. Os jurados não precisaram de mais do que duas horas para decidir o veredicto.

Nidal Hasan não teve qualquer reação ao ouvir o veredicto, o mesmo sangue frio que mostrou quando atacou os soldados.

Muçulmano nascido nos Estados Unidos, Nidal Hasan atacou os companheiros desarmados em 2009. Nunca negou ser o autor do ataque e alegou em defesa que se tratava de uma forma de proteger os insurgentes islâmicos da agressão dos norte-americanos. Hasan explicou ao júri que foi ele que disparou sobre uma sala de espera cheia de soldados que aguardavam pela sua vez para fazer exames médicos antes de partirem para o Afeganistão e o Iraque.