A Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram esta segunda-feira exercícios militares. Estas manobras anuais ocorrem numa altura de plena escalada de tensão com o regime norte-coreano.

Desta vez, vão participar nas manobras Ulchi Freedom Guardian 50.000 militares sul-coreanos, à semelhança do ano passado, enquanto os Estados Unidos vão destacar 17.500 soldados (três mil dos quais estacionados fora da Coreia do Sul). São a menos 7.500 efetivos do que em 2016.

Os exercícios, que correspondem à maior simulação bélica computorizada do mundo, incluem este ano representantes de sete países: Austrália, Canadá, Reino Unido, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca e Colômbia, do Comando das Nações Unidas que tomou partido por Seul na Guerra da Coreia (1950-1953).

Estas manobras duram até 31 de agosto, esperando-se respostas conjuntas a uma hipotética invasão da Coreia do Sul por parte da Coreia do Norte.

Ainda que os aliados argumentem o caráter defensivo das operações, Pyongyang considera-as uma provocação e, normalmente, reage com testes de mísseis.

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