Hillary Clinton esteve esta sexta-feira a ser ouvida numa comissão parlamentar de inquérito no Congresso norte-americano, em Washington, sobre o ataque perpetrado contra o consulado dos Estados Unidos em Benghazi, Líbia, em setembro de 2012. A antiga secretária de estado norte-americana assumiu “a responsabilidade” pelo atentado.

Recorde-se que no ataque perderam a vida quatro norte-americanos: o então embaixador, Christopher Stevens, outro funcionário diplomático e dois agentes da CIA.

Esta não foi a primeira vez, que Hillary Clinton, foi ouvida sobre este caso. Já em 2013, tinha assumido a sua responsabilidade, alertando que os Estados Unidos nunca iriam conseguir prevenir todos os atentados terroristas e que este risco também faz parte das funções diplomáticas.

Esta nova comissão é justificada pelos Republicanos pela procura da "verdade". Os democratas consideram que se trata de uma perseguição a Hillary Clinton, a favorita dentro do partido para ser a candidata à Casa Branca, em 2016.

Perante os legisladores, Hillary Clinton, pediu mesmo para estes realizem um inquérito "apartidário" e justificou:
 

"A nossa nação tem uma longa histórica de cooperação bipartidária ao nível da política externa e da segurança interna. Nem sempre estamos de acordo, pelo contrário, mas sabemos unir-nos quando necessário"