O maquinista do comboio que descarrilou na quarta-feira à entrada de Santiago de Compostela saiu em liberdade após ter sido ouvido durante cerca de duas horas por um juiz.

Francisco José Garzón foi acusado pelas autoridades policiais da morte por negligência das 79 pessoas já falecidas no acidente e o juiz manteve as acusações ao maquinista, não obstante tê-lo deixado em liberdade com medidas de coação.

O jornal «El País» refere que o maquinista assumiu que o descarrilamento de deveu a um «despiste».

Garzón está impedido de desempenhar a sua profissão durante os próximso seis meses, entregou o passaporte e tem de apresentar-se semanalmente no tribunal.

Ao maquinista são imputados «79 delitos de homicídio e uma pluralidade de delitos de lesão, todos eles cometidos por imprudência profissional».

[artigo atualizado às 01:35 de 29/7]