As "severas" restrições que Pequim impõe à minoria étnica chinesa de origem muçulmana uigur terá levado mais de cem membros daquele grupo a aderir à organização terrorista Estado Islâmico, aponta um instituto de investigação norte-americano.

A China reivindica que o Estado Islâmico recruta membros na região autónoma de Xinjiang, onde vivem os muçulmanos uigures, e culpa forças exteriores por fomentar atentados no país, que causaram nos últimos anos centenas de mortos.

Pequim decidiu banir ou controlar várias práticas muçulmanas, incluindo manter a barba longa e jejuar durante o mês do Ramadão, afirmando que são símbolos do "extremismo islâmico".