De acordo com a publicação, as hospedeiras foram “obrigadas pelos seguranças da companhia a deitarem-se nos compartimentos, após 30 a 50 horas de serviço”, como parte de um “ritual da companhia”.

A Kunming Airlines, a companhia aérea onde alegadamente se passaram os rituais, emitiu um comunicado onde diz que vai investigar o caso.

Para a companhia aérea, o incidente ocorreu depois de a tripulação ter completado o trabalho, sublinhando que a segurança do voo não foi posta em causa. Refere ainda que nunca recebeu qualquer reclamação por parte dos tripulantes.

“A companhia considera este incidente preocupante, e irá tomar medidas para que nada do género se venha a repetir.” – Indica no comunicado.

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“Várias hospedeiras apresentarem queixas sucessivas à companhia, mas estas foram ignoradas, e o ritual continuou” – lê-se na publicação.

“As hospedeiras já passam muito com passageiros difíceis e escalas irregulares. Imaginem terem de lidar com problemas adicionais vindos dos colegas que deveriam ter outro comportamento”.

Também houve quem tivesse posto em causa a segurança da Kunming Airlines, devido a este incidente.