A bebé que nasceu 12 semanas prematura para que a mãe pudesse fazer tratamentos mais agressivos contra o cancro que descobriu já durante a gravidez morreu aos oito dias de vida. Foi a própria mãe quem anunciou a morte a pequena Ally Louise.
 
Heidi Loughlin descobriu que tinha cancro de mama quando estava grávida de três meses. Apesar da insistência dos médicos, recusou-se a abortar para poder fazer tratamentos mais agressivos, como quimioterapia.
 
Foi sendo acompanhada pelos médicos e foi fazendo um tratamento menos agressivo e que não era nocivo para a gravidez. Mas os médicos descobriram que não estava a ser eficaz e insistiram para que pusesse fim à gravidez. Aguentou a gestação até às 26 semanas, uma altura em que a criança era já considerada viável. A pequena Ally nasceu a 11 de dezembro e Heidi espera agora total recuperação da cesariana para poder começar a quimioterapia.
 
A história de Heidi Loughlin comoveu a internet, depois de a própria a ter contado no seu blogue e de órgãos de informação britânicos lhe terem dado visibilidade.
 
Heidi, que tem dois outros filhos, postou este fim de semana um poema no blogue, onde conta que a filha mais nova morreu aos oito dias de vida.
 

“Os teus irmãos honrar-te-ão em tudo o que fizerem. Teremos para sempre três filhos e não apenas dois”, escreveu.