«Viva a justiça», aplaudiu a noiva do jornalista Mohammed Fahmy depois do juiz ordenar a libertação dos réus.

Fahmy, que goza de dupla nacionalidade, egípcia e canadiana, decidiu abdicar da nacionalidade egípcia para acelerar o processo de libertação.

Os dois jornalistas da Al-Jazeera estiveram detidos durante 410 dias e voltam a tribunal no dia 23 de fevereiro.

Na passada semana, o jornalista Peter Greste foi libertado e enviado para casa. Os três jornalistas tinham sido condenados a 10 anos de prisão depois de terem sido detidos em 2013, acusados de colaborarem com a Irmandade Muçulmana, após da queda do presidente Morsi.  

Peter Greste acompanhou o julgamento através do Twitter e festejou a libertação dos colegas.

«É um grande passo em frente», afirmou o jornalista.