O presidente sírio, Bachar al-Assad, anunciou esta segunda-feira uma das maiores amnistias naquele país desde o início da revolta de 2011 e que deverá abranger, caso seja aplicada na íntegra, dezenas de milhares de prisioneiros.

Entretanto, dois países com posições diametralmente opostas sobre a guerra na Síria, a Turquia, aliada dos rebeldes, e o Irão, apoiante do regime, comprometeram-se a cooperar para pôr termo ao banho de sangue neste país, segundo a agência France Presse.

Numa altura em que o conflito assumiu diferentes formas com o envolvimento de vários grupos estrangeiros infiltrados no país, os combates entre jihadistas e ultrarradicais do Estado islâmico no Iraque e uma coligação de rebeldes e do braço oficial da Al-Qaida causaram dezenas de mortos na Síria.