Dezenas de passageiros e tripulantes de cabine ficaram feridos durante um voo que fazia ligação entre Londres, no Reino Unido, e Kuala Lumpur, Malásia, devido à forte turbulência sentida quando o aparelho atravessava a Baía de Bengala.

O voo MH1 tinha a bordo 378 passageiros, e aterrou em segurança em Kuala Lumpur.

Em comunicado, publicado na página oficial de Facebook da Malaysia Airlines, a companhia aérea informa que “um número reduzido de passageiros e tripulantes” receberam assistência médica após a aterragem.

O jornal malaio The Star especifica que 34 passageiros e seis tripulantes receberam assistência em terra.

A Malaysia Airlines assistiu os 378 passageiros e tripulação a bordo do MH1 e pede sinceras desculpas por qualquer inconveniente causado pelo fenómeno meteorológico, o qual está fora do nosso controlo”.

Vários passageiros publicaram fotografias do acontecimento nas redes sociais, nas quais é possível vários objetos caídos no chão do avião.

 

Um passageiro de 13 anos, Harith Azman, contou à Associated Press que o avião “afundou” dois minutos após o sinal que avisa os passageiros para apertarem os cintos ter sido ativado. Os seus pais estavam na casa-de-banho quando o evento começou, e o seu pai terá contado que bateu com a cabeça no teto do aparelho.

A Malaysia Airlines ainda enfrenta um estigma de falta de segurança que lhe ficou associado depois de dois acidentes com aviões da companhia em 2014. A 8 de março,o voo MH370 desapareceu dos radares com 239 pessoas a bordo e até hoje apenas foram encontrados pequenos destroços da aeronave, sem uma explicação concreta sobre o que aconteceu. Quatro meses depois, o voo MH17 foi destruído por um míssil quando sobrevoava a Ucrânia, causando a morte a todos os 298 passageiros.