Os homicídios de jornalistas estrangeiros perpetrados pelo grupo Estado Islâmico contribuíram para fazer de 2014 um dos anos mais mortíferos para a classe no mundo inteiro, segundo o relatório anual do Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) publicado esta terça-feira.

Os jornalistas são um alvo a abater?

O CPJ indicou que os jornalistas ocidentais representavam uma «proporção invulgarmente elevada» entre os, pelo menos, 60 jornalistas mortos este ano por razões relacionadas com o exercício da sua profissão. O Comité continua a investigar se pelo menos 18 jornalistas morreram devido ao seu trabalho em 2014.

No total, perto de um quarto dos jornalistas mortos este ano eram correspondentes estrangeiros, ou seja, cerca do dobro dos anos anteriores, revelou o CPJ.