Ariel Castro foi condenado nesta quinta-feira a uma pena de prisão perpétua sem liberdade condicional e a mais mil anos de prisão pelo tribunal de Cuyahoga, no condado de Cleveland, estado do Ohio, nos EUA.

«Não há lugar no mundo para os que escravizam os outros», afirmou o juiz Michael Russo ao motorista de autocarro preso em maio passado depois de libertadas as três mulheres que estiveram uma década raptadas na sua casa.

Castro respondeu por mais de 900 acusações que incluiram duas de homicídio de fetos. O homem de 52 anos pediu desculpas às vítimas na declaração que fez: «Eu não sou um monstro. Eu sou doente».

Das três mulheres raptadas - Michelle Knight, 32 anos, Amanda Berry, 27 anos, e Gina DeJesus, 23 anos - apenas Knight esteve no tribunal.

«Passei 11 anos no inferno. Agora o seu inferno está apenas a começar. Irá enfrentar o inferno para a eternidade», disse Knight».