A Organização Mundial de Saúde (OMS) assume que a resposta à epidemia de febre-amarela em Angola, que em seis meses matou cerca de 350 pessoas, levou pela primeira vez à rutura das reservas mundiais de emergência da vacina.

A informação consta de um recente relatório da OMS, consultado hoje pela Lusa, sobre a propagação da epidemia de febre-amarela de Angola - onde surgiu em dezembro de 2015 -, a outros países africanos, como a República Democrática do Congo (RDCongo) e o Uganda.

A gestão das reservas mundiais de vacinas contra a febre-amarela, cólera e meningite, para situações de emergência, é assegurada pelo International Coordinating Group (ICG), criado por organizações internacionais, incluindo a OMS e a Unicef, em 1997.