Os bombardeamentos da coligação internacional na Síria, iniciados há dois anos, causaram a morte a 6.213 pessoas, na sua maioria jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (EI), informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Desde 23 de setembro de 2014, a aviação da aliança comandada pelos Estados Unidos tem tido como principal objetivo as zonas controladas pelo chamado Daesh, mas também posições da Frente da Conquista do Levante (antiga Frente Al-Nusra – braço sírio da Al-Qaeda), sobretudo no norte e leste do país.

Pelo menos 5.357 membros do Estado Islâmico, principalmente de nacionalidades que não a síria, morreram devido aos ataques aéreos da coligação contra as suas bases nas províncias de Al Raqa, Deir Ezzor, Alepo, Hama, Homs e Al Hasaka.

De acordo com o mesmo Observatório, aviões sírios e russos atacaram hoje, durante a noite e madrugada, áreas da cidade de Alepo controladas pelos rebeldes, matando pelo menos três pessoas.

Os ataques deixaram ainda dezenas de feridos e o OSDH teme que haja mais mortos entre os escombros.

Os raides aéreos surgiram depois de o exército sírio anunciar uma nova ofensiva para recuperar o controlo de toda a cidade.