A agência de notícias France Presse (AFP) pediu este sábado desculpa ao magnata francês Martin Bouygues, chairman e presidente executivo do grupo Bouygues por ter noticiado a sua morte.

«Levamos este incidente muito a sério e estamos a fazer uma investigação entre a equipa editorial para perceber como é que tal erro pode ser cometido», disse a diretora de informação da AFP, Michèle Léridon.

«Apresentamos as nossas humildes desculpas a Martin Bouygues, aos seus familiares, ao grupo e a todos os nossos clientes», acrescentou.


O erro surgiu de um mal-entendido entre um presidente da câmara e um jornalista da AFP que estava a seguir uma informação de que Bouygues tinha morrido.

A AFP retirou imediatamente a notícia que dava conta da morte do magnata assim que o erro foi detetado.

O presidente do Conselho de Administração e Executivo da AFP, Emmanuel Hoog, também pediu desculpas, através de uma mensagem na rede social Twitter, a Bouygues e à sua família pelo «erro inaceitável».

O conglomerado liderado pelo magnata também emitiu um comunicado a desmentir a morte.

«Bouygues desmente categoricamente que o seu chairman e presidente executivo, Martin Bouygues, tenha morrido e lamenta profundamente que tal rumor se tenha espalhado», refere o grupo no comunicado.

O canal de televisão TF1, que é detido pela Bouygues, também tinha negado a morte do empresário de 62 anos.