Uma ala que diz estar ligada ao Estado Islâmico no Egito reivindicou hoje no 'Twitter' ter abatido o avião russo que se despenhou no Sinai, no leste egípcio, provocando a morte aos 224 passageiros e tripulantes.
 

"Os soldados do Califado conseguiram abater um avião russo na província do Sinai transportando 220 cruzados que foram mortos", afirmou o grupo extremista num comunicado colocado nas redes sociais, indicando ter agido como "represália" à intervenção russa na Síria.


O avião, que tinha como destino São Petersburgo, caiu ao sul da cidade egípcia de Al-Arish, capital da província do Norte de Sinai, pouco depois de levantar voo de Sharm-el-Sheik, com 224 pessoas a bordo.

Foi divulgado no Youtube um vídeo onde se vê um avião a explodir no ar e que o Estado Islâmico diz ser o voo companhia de aviação russa Kogalymavia que se despenhou no Egito. 



O ministro russo dos Transportes, Maxim  Sokolov já veio dizer que a alegação do Estado Islâmico "não pode ser considerada verdadeira", avança a Reuters, que cita a agência de notícias Interfax.