Um grupo ligado à Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) reivindicou na noite de hoje o rapto de uma cidadã suíça em Tombuctu, no norte do Mali, no início de janeiro, noticiou a agência noticiosa privada mauritana Al-Akhbar.

O rapto de Béatrice Stockly foi reivindicado em vídeo alegadamente enviado por um grupo que se denomina O Emirado do Saara.

“Anunciamos a nossa responsabilidade no rapto desta infiel evangelizadora que, pelo seu trabalho, conseguiu fazer sair do Islão muitos filhos de muçulmanos”, segundo as afirmações, em Árabe, atribuídas pela Al-Alakhbar a um porta-voz daquele grupo, que se exprimia no vídeo, que a agência não distribuiu.