«Nós não podemos ficar sentados em silêncio, à espera, de braços cruzados, para que a comunidade internacional intervenha. Não quando os nossos irmãos e irmãs foram massacrados e queimados nas suas casas e nas ruas de suas cidades e aldeias», criticou o presidente.

«Não quando os nossos filhos estão algures à espera para serem trazidos para casa. Não quando temos o poder e a capacidade de lutar», defendeu John Mahama.