O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (STJ) proibiu a imprensa e dois portais digitais de divulgarem imagens de linchamentos de alegados criminosos, segundo uma sentença publicada na quarta-feira.

São cada vez mais frequentes na Venezuela os casos de linchamento popular de pessoas alegadamente apanhadas em atos criminosos como, por exemplo, roubo de carteiras e telemóveis ou assaltos a autocarros e a estabelecimentos comerciais.

Segundo o STJ, "os vídeos de linchamentos, transmitidos pública e massivamente pelos meios de comunicação digitais", causam "perturbação e intranquilidade na sociedade, o que poderia ocasionar um caos social".