"Está definida a possibilidade, que agora terá de ser regulamentada, que a unidade de venda possa ser não a garrafa mas o peso. No final da utilização da garrafa deve haver a pesagem da garrafa de forma a valorizar o gás remanescente que ficou nessa garrafa e que pode ser de 1, 2 ou três euros. Estamos a criar benefício para os consumidores"

O comunicado do Conselho de Ministro refere que "no que respeita ao GPL, em particular na sua comercialização em garrafa, são introduzidas medidas que facilitem a troca de fornecedor sem custos adicionais para os consumidores".

Para além disso, disse o ministro, "qualquer cidadão pode deslocar-se a qualquer comercializador e esse comercializador é obrigado a aceitar a troca da garrafa, mesmo que seja originária de um outro comercializador".

Isto sem, frisou, "qualquer encargo para os consumidores". "Trata-se, portanto, de uma grande alteração que julgo que vai criar benefícios para organização do mercado e para os consumidores".