Diogo Galvão Castiço conta, na página do Facebook, a história do Simba para que a morte do seu «melhor amigo» não tenha sido «em vão» e para que ele se torne numa espécie de símbolo contra os maus-tratos a animais em Portugal. A história ganhou dimensão nas redes sociais e está já online uma petição que pede «justiça à morte do Simba», que já foi assinada por quase 10 mil pessoas.

«Ontem, pelas 15 horas creio, porque o tempo para mim parou, a minha mulher ouve dois disparos na propriedade ao lado e um ganir agudo, chamou o Simba que veio a cambalear, deitou-se ao lado dela, foi emergido em beijos com sabor a pólvora, lágrimas e sangue e descansou, para sempre», conta Digo Carriço, num post publicado no domingo no Facebook.
 

Diogo conta que confrontou o vizinho, de quem suspeita. «Diz ter sido de aviso...para o ar, negou...negou tudo, negou ter morto o meu cão, negou ser um assassino, negou ser cruel, negou não possuir uma réstia de amor pela vida animal, respeito pela vida dos outros, respeito pela minha mulher que minutos antes o cumprimentara ao chegar a quinta enquanto este podava umas parreiras. Na presença da GNR, ontem e hoje, tudo negou», escreve o dono do Simba.

Diogo e Andreia apresentaram queixa à GNR. Uma arma do vizinho de Diogo, caçador, foi apreendida pelas autoridades. A arma que terá sido usada para disparar contra o Simba.