Manuel Pinho fez um gesto menos correcto no parlamento. O já célebre caso do par de chifres obrigou a um pedido de desculpas por parte do primeiro-ministro a que se seguiu o pedido de demissão do próprio ministro.

O gesto destinava-se, aparentemente, à bancada do PCP. Na altura o deputado comunista Bernardino Soares estava a falar da continuação da actividade das minas de Aljustrel, que o ministro garantiu.

O ex-ministro confessou-se «naturalmente arrependido» do que fez e já anunciou que não tem interesse em prosseguir uma carreira política.

Esta foi a sexta mudança na equipa do governo socialista em quatro anos. O gesto de Pinho e a consequente demissão passou fronteiras e a imagem do ex-ministro da economia foi destaque hoje na imprensa internacional.

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