Na sua primeira análise ao programa de ajustamento, o Tribunal de Contas conclui que as previsões de impacto não são fiáveis, nem há uma avaliação rigorosa dos resultados.

Apesar de a instituição reconhecer melhorias na prestação da informação orçamental, acusa o Executivo de não fazer uma avaliação e medição das medidas de consolidação orçamental.

O relatório termina com várias recomendações, sugerido que se instaurem procedimentos necessários para que as estimativas das medidas de consolidação sejam rigorosas e fiáveis e diligencie para que os sistemas de informação da execução orçamental permitam a monitorização e o acompanhamento das medidas.

O tribunal liderado por Guilherme d¿Oliveira Martins defende que a ministra das Finanças deve passar a fundamentar as reestruturações da administração pública em «planos estratégicos que contem o diagnóstico inicial, os objetivos definidos», além da distribuição das atribuições pelas entidades e os recursos humanos necessários.