O presidente da TAP considera que esta quinta-feira, dia em que o Conselho de Ministros anunciou o vencedor da corrida à privatização da companhia (consórcio formado pela Azul e Barraqueiro), é uma data que ficará na história da empresa, assinalando “o início de um novo ciclo”.

“Quero, nesta altura, destacar que temos todas as condições para ter confiança no futuro, pois o consórcio Gateway, escolhido pelo Governo, garante a ligação a um grupo importante de investidores com larga experiência no negócio da aviação comercial, bem como a um grupo português de grande relevo e solidez na área dos transportes”.


O responsável sublinha que, sem a privatização, seria cada vez mais difícil a TAP continuar a expandir-se e ir mais além do que conseguiu fazer nos últimos 15 anos, devido aos “atuais constrangimentos” de meios financeiros e de recursos.

“Entraremos agora num período de transição  – que será para todos nós um grande desafio e que exigirá enorme esforço e empenho da nossa parte – até se concretizar a entrada em pleno do novo detentor da maioria do capital da empresa, o que ocorrerá dentro de algum tempo e uma vez concluídos todos os trâmites formais deste processo, tanto a nível nacional como internacional”.


Fernando Pinto considera ainda que o facto de três interessados terem apresentado propostas demonstra claramente a importância estratégica da empresa e o valor da marca TAP.

“Estou certo de que os trabalhadores da TAP continuarão, como até aqui, a dar o seu melhor, pois a sua mobilização e motivação são fatores determinantes para garantir-lhe um futuro cada vez melhor”, conclui.