O presidente do Conselho Metropolitano do Porto afirmou esta terça-feira ter ficado surpreendido com a pressa do Governo para entregar a concessão das empresas Metro do Porto e STCP por ajuste direto, considerando que “a pressa nem sempre é boa conselheira”.

Em declarações à Lusa, Hermínio Loureiro manifestou-se “preocupado” com o resultado deste processo, “tendo em conta o que aconteceu na primeira fase”.

A concessão das operações da STCP e da Metro do Porto serão atribuídas a privados por ajuste direto, uma decisão foi tomada na passada sexta-feira pelas administrações dos dois operadores. 

As 24 empresas a quem foram endereçados convites tem apenas 12 dias para apresentar candidaturas. O critério de adjudicação continua a ser o fator preço. 

A opção pelo ajuste direto é justificada pelo “interesse público relevante na atribuição das subconcessões”. O prazo de entrega das propostas expira a 2 de setembro.