O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) exigiu esta segunda-feira "a paragem imediata do processo" de reestruturação do setor da água, por ter sido construído “à margem” dos municípios e dos representantes dos trabalhadores.

Segundo um comunicado do STAL, a reestruturação do setor da água foi construído “contra a vontade dos municípios, bem como das estruturas representativas dos trabalhadores" e visa afastar "ainda mais as populações das decisões sobre a gestão deste bem estratégico".

A posição do sindicato surge após a publicação em Diário da República, a 29 de maio, dos diplomas que “impõem a fusão dos atuais sistemas multimunicipais e a criação de três novas megaempresas": Águas de Lisboa e Vale do Tejo, cuja gestão será delegada na EPAL (Empresa Portuguesa das Águas Livres); Águas do Norte e Águas do Centro Litoral, além da manutenção das Águas do Alentejo e Águas do Algarve.