O lucro da SUMOL+COMPAL totalizou 2,4 milhões euros entre janeiro e setembro deste ano, uma subida face aos resultados líquidos positivos de 1,7 milhões de euros registados em igual período do ano passado, anunciou hoje a empresa.

Nos nove primeiros meses deste ano, o volume de negócios aumentou 0,4% para 228,4 milhões de euros, refere a empresa em comunicado, acrescentando que as vendas em mercados internacionais subiram 8% para 59,3 milhões de euros, enquanto em Portugal o negócio atingiu os 169,2 milhões de euros, com ¿um ligeiro decréscimo¿.

A margem bruta cresceu para 117,9 milhões de euros, correspondendo a 51,6% do volume de negócios.

Os resultados operacionais (EBIT) aumentaram 10,8% para 18,5 milhões de euros e os resultados antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) atingiram 29,2 milhões de euros, mais 9,3% em relação aos nove primeiros meses de 2012.

A dívida remunerada líquida total baixou 11,9 milhões de euros, totalizando 285,2 milhões de euros, em comparação com o final do terceiro trimestre de 2012, apesar de os spreads (margem de lucro dos bancos) associados aos financiamentos terem subido.

«A aposta na internacionalização e na inovação continua a mostrar-se essencial num contexto de retração do consumo privado em Portugal», afirmou o presidente executivo da SUMOL+COMPAL, Duarte Pinto, citado em comunicado.

A empresa afirma que, este ano, vai continuar a «procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal e para o crescimento nos mercados internacionais» e vai manter a aposta na inovação.

A SUMOL+COMPAL prevê «uma continuada pressão sobre a evolução dos preços de venda», mas afirma que procurará «contrariar este enquadramento negativo em Portugal, mantendo-se um ritmo apreciável de lançamento de inovações nas diferentes marcas e explorando-se as oportunidades ainda existentes».

A nível internacional, a empresa refere que, caso não existam alterações materiais ao nível aduaneiro e fiscal nos principais mercados, «deverá continuar a crescer, beneficiando de enquadramentos macroeconómicos favoráveis e do reforço da aposta estratégica» nestes países.