Depois dos 256,9 milhões de euros alcançados nos primeiros seis meses do ano, três meses bastaram para que os resultados caíssem para os 167 milhões no setor segurador.

A «culpa», segundo o Diário Económico, foi essencialmente da crise no Grupo Espírito Santo, que terá tido efeitos na confiança dos aforradores com um aumento no volume de resgates.

No agregado dos nove meses do ano, a queda em termos homólogos foi de quase 70%, segundo os dados do Instituto de Seguros de Portugal.

O ramo Vida foi o mais afetado. Os resgates aumentaram, em termos homólogos, 27,5%. O que fez subir o custo com sinistros em 8,96%, face a setembro do ano passado.

«A queda de resultados resulta sobretudo da evolução dos mercados financeiros nesse trimestre, naturalmente que foi influenciada pela situação verificada no Grupo Espírito Santo», adiantou José Almaça, presidente do ISP.