«Eu não trato de operações financeiras propriamente ditas, eu trato de opções estratégicas e da estratégia de desenvolvimento. A área financeira propôs essa operação com toda a boa fé, para dar maior conforto à PT. Nós não estávamos em risco de colapso. O colapso só aconteceu depois do aumento capital, não estávamos à espera».



«A aplicação na ESI foi deslocada para a Rioforte por sugestão da área financeira, não sei quem a fez. Alguém me perguntou se valeria a pena proteger a PT, se a PT não ficaria melhor na empresa do GES que não teria imparidade, a Rioforte, e eu disse: sim, senhor».





«Falei com Granadeiro e Zeinal sobre o prolongamento da operação da ESI por um ano. E já tinha conversado com os parceiros brasileiros. Granadeiro e Zeinal sabiam? Acredito que sim. Os acionistas da Oi sabiam? Sabiam e depois desmentiram. Tanto sabiam que estava nas contas do prospeto do aumento de capital».





«Não tive tempo para me mexer, não tive tempo para nada. Não me recordo desse período. Estava completamente absorvido no BES».