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FMI defende «profunda reforma do Estado» em Portugal

«Compete às reformas estruturais proporcionar um maior impulso» à competitividade. E considerando que o Governo executou durante o resgate «um grande número de reformas estruturais», os técnicos do FMI defendem que «o desafio para os decisores políticos será consolidar essas realizações».

Para isso, «será preciso rever as reformas que não produziram os resultados almejados, concluir a execução das reformas já iniciadas e abordar os constrangimentos remanescentes por meio de reformas complementares».

«Talvez seja preciso reexaminar algumas reformas do setor público».