O Ministro do Ambiente anunciou hoje que os sete candidatos à privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), que apresentaram propostas não vinculativas, cumprem os requisitos «indispensáveis» para passarem à segunda fase do processo.

«Os sete candidatos verificam as condições indispensáveis para poderem passar à segunda fase e esperamos ter o processo de avaliação das ofertas vinculativas concluído a 31 de julho», revelou Jorge Moreira da Silva em conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros.

O agrupamento constituído pelas empresas Beijing Capital Group e Capital Environment Holdings Limited, a DST, o agrupamento constituído pelas empresas EGEO e a Antin Infrastructure Partners, o consórcio composto pela Odebrecht e Solvi, o formado pela Mota-Engil e Urbacer, a Indaver e a FCC são as empresas que concorrem à privatização da EGF.

Moreira da Silva afirmou que «o Conselho de Ministros concluiu hoje a fase de análise das ofertas não vinculativas a partir do relatório apresentado pela Parpública e pela Águas de Portugal».

O governante justificou a demora na decisão, adiantando que o Governo teve «de verificar a adequação dos candidatos, que tinham de cumprir cinco critérios: capacidade técnica, capacidade financeira, idoneidade, plano estratégico e preço».