Gustavo Guimarães, do grupo Apollo, que está em negociações para comprar a Açoreana, admite que posteriormente poderá haver saídas de parte dos 700 empregados da seguradora dos Açores.

O gestor disse no entanto ao SINAPSA (Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins) que, “num momento inicial, os postos de trabalho são para serem preservados”.

A dirigente sindical Ana Rita Páscoa reuniu-se esta quarta-feira com o gestor, para saber das condições em que está a ser negociada a compra da Apollo, que era do Banif, e do impacto nos trabalhadores.

Segundo disse à Lusa a responsável, Gustavo Guimarães assegurou que, “num momento inicial, os postos de trabalho é para serem preservados”, mas admitiu que depois poderá haver saídas, quer tendo em conta a idade média de pessoas, quer por rescisões de mútuo acordo que venham a acontecer.