O governo quer fazer chegar às empresas 4,4 mil milhões de euros em 2015, financiados através dos programas do novo quadro de fundos comunitários, Portugal 2020, afirmou esta terça-feira o ministro da Economia, António Pires de Lima.

«Temos a expectativa de fazer chegar 4,4 mil milhões de euros às empresas em 2015», disse o ministro numa conferência de imprensa que assinalou a abertura dos primeiros concursos para empresas no novo Portugal 2020.

Pires de Lima sublinhou que Portugal «parte para 2015 com um triplo pacote favorável ao investimento», que assenta na reforma do IRC, no código fiscal do investimento e nos fundos comunitários, dos quais 9,5 milhões de euros se destinam à competitividade e inovação.

Segundo o ministro, esta verba é 20% superior à do anterior quadro de apoios comunitários, que vigorou entre 2007 e 2013 e termina definitivamente em 2015.

O Compete 2020, o programa de fundos comunitários destinado às empresas e cujos primeiros concursos foram lançados esta terça-feira «dá continuidade a um programa que apoiou mais de oito mil empresas», acrescentou o governante.
O responsável da pasta da Economia recusou apontar setores preferenciais: «Eu não gostaria, até porque não sou ministro de um governo socialista, de dirigir a economia a partir dos fundos. Aquilo que se premeia são comportamentos, atitudes. É isso que se valoriza».

Pires de Lima sublinhou que Portugal «parte para 2015 com um triplo pacote favorável ao investimento», que assenta na reforma do IRC, no código fiscal do investimento e nos fundos comunitários, dos quais 9,5 milhões de euros se destinam à competitividade e internacionalização.

Segundo o ministro, esta verba é 20% superior à do anterior quadro de apoios comunitários (QREN), que vigorou entre 2007 e 2013 e termina definitivamente em 2015.

O Compete 2020, o programa de fundos comunitários destinado às empresas e cujos primeiros concursos foram hoje lançados, «dá continuidade a um programa que apoiou perto de oito mil empresas, apoiando mais de sete mil projeto», acrescentou o governante.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Manuel Castro Almeida, assinalou que os primeiros movimentos financeiros já tiveram lugar e que entre segunda-feira e hoje Portugal já recebeu 150 milhões de euros de «adiantamentos» que vão permitir começar a executar o Portugal 2020.