A segunda economia mundial anunciou um crescimento de 7,7% em 2013, igualando o desempenho do ano anterior, que foi já o mais baixo desde o final da década de 1990.

«De um modo geral, a economia chinesa teve um bom momento de estável e moderado crescimento, o que é um resultado difícil de alcançar», disse o Gabinete Nacional de Estatísticas da China ao divulgar os resultados económicos de 2013.

No quarto trimestre de 2013, o crescimento abrandou 0,1 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, de 7,8% para 7,7%, mas continuou a exceder a meta de 7,5% fixada pelo governo para o conjunto do ano.

As vendas a retalho, um dos principais indicadores do consumo interno, aumentaram 13,1% em relação a 2012 e a produção industrial cresceu 9,7%.

O investimento em ativos fixos, que mede nomeadamente a despesa do governo em infraestruturas, abrandou 1,1 pontos percentuais, para 19,6%.

A inflação situou-se nos 2,6%, abaixo dos 3,5% previstos pelo governo.

Em 2010 a China tornou-se a segunda maior economia mundial, ultrapassando o Japão, mas os índices de crescimento de dois dígitos parecem ter passado à história.

O crescimento do Produto Interno Bruto chinês abrandou para 9,3%, em 2011 e para 7,7% no ano seguinte, o valor mais baixo desde 1999.