Pedro Passos Coelho, disse esta quinta-feira, em resposta a António José seguro, - que afirmou ser uma ilusão pensar que depois de junho de 2014 (fim do programa de assistência financeira) a crise vai acabar, - que «não conseguiremos em três anos resolver os problemas todos».

Nesse sentido, Passos Coelho, reconheceu que «há problemas que continuaremos a ter depois de fechar o programa (de assistência financeira)».

Para Passos Coelho, este orçamento é a chave para abrir o período pós-troika e para assegurar que os problemas com que nos deparamos nos últimos anos não voltam a surgir.

O governante apoia-se nas propostas do Orçamento do Estado para o próximo ano para realçar que temos de ser nós próprios a resolver os problemas do país. «A ilusão de que são os outros que resolvem os nossos problemas só pode ser ingénua», disse.

Na mesma linha, o deputado social-democrata Luís Montenegro, diz que este é «um orçamento de esperança» e reiterou que o Governo está aberto a melhorar e a discutir propostas com os partidos da oposição e parceiros sociais.