A Mota-Engil, através da participada SUMA, está à frente da corrida no processo de privatização da Empresa Geral de Fomento, do grupo Águas de Portugal.

Segundo apurou o Diário Económico, a proposta está ligeiramente à frente em todos os critérios definidos pelo caderno de encargos. A começar pelo preço, por uma montante de cinco milhões de euros em comparação com a segunda melhor proposta do concurso.

O anúncio oficial sobre o vencedor da privatização da EGF deve ser conhecido em Conselho de Ministros na primeira semana de setembro.

Foram quatro as propostas vinculativas apresentadas a concurso: Mota-Engil, FCC, Indaver e DST.