O ministro das Comunicações do Brasil, Paulo Bernardo, revelou esta quarta-feira que o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) e os fundos de pensão que são acionistas da Oi não têm interesse em participar no aumento de cdapital da operadora, que vai fundir-se com a PT.

O governante explicou que foram consultados pela PT e Oi para saber se tinham interesse em aumentar a sua posição na empresa, mas recusaram a oferta.

De acordo com Paulo Bernardo, a maior parte do capital da empresa vai continuar na mão de investidores brasileiros. «A maioria do capital vai ser brasileiro. Se você somar o BNDES, os fundos de pensão, mais os investidores privados brasileiros, eles tem maioria do capital», disse o ministro.