A PT encerrou a sessão a cair «apenas» 10,05%, nos 1,09 euros, num dia em que chegou a perder 27,5%, com cada título a valer 94 cêntimos. Em quatro anos, a cotada perdeu 82% do seu valor.

As ações continuam sob uma forte pressão vendedora. Na sexta-feira, a Morgan Stanley, assessor da Altice na eventual compra da PT Portugal, emitiu uma nota de análise (research) onde anunciava que reiniciou a cobertura da PT, atribuindo-lhe um preço-alvo de 0,79 euros, abaixo da cotação atual, na altura.

Do lado de lá do Atlântico, a Oi também já esteve a afundar cerca de 9%. Recorde-se q eu o processo de fusão entre a brasileira e a portuguesa está ameaçado, desde que começaram os rumores de que a Oi queria vender a PT Portugal e o interesse do grupo francês Altice já manifestado na compra do ativo.

Ainda na Bolsa de Lisboa, que esta segunda-feira perdeu ligeiros 0,17%, para os 5.037,45 euros, nota para a queda da Galp, de 2,6%, fixando o preço das ações em 11,00 euros.

A Teixeira Duarte derrapou 1,4%, nos 0,70 euros por ação.

Nota positiva para o BCP, que ajudou a travar maiores perdas, ao trepar 5%, nos 0,08 euros por ação. Já o BPI avançou 2,7%, fixando o preço dos títulos em 1,45 euros.

Na Europa, a primeira sessão da semana também foi de quedas para as principais praças. Frankfurt caiu 1,3%, Paris desceu 1,04%, Milão depreciou 0,9%, Londres desceu 0,6% e Madrid desceu 0,2%.