Manhã positiva na Europa mas com pouca definição. O PSI20 abriu em alta de 0,2% para 4,715.38 pontos e pouco variou desde então.

O BCP é o único título que cresce mais de 1% para 0,0178 euros.

A energia também assegura o verde do principal índice português, concretamente a Galp (+0,26% para 13,20 euros) e EDP (+0,5% para 3,015 euros).

As empresas da Sonae continuam a merecer a atenção dos investidores. A Sonae Capital – responsável por áreas como os resorts, hotelaria e energia – cresce 0,63% para 0,637 euros. Num dia em que a Sonae desce 0,27% para 0,721 euros, com os investidores a aproveitarem para fazerem algumas mais-valias após os ganhos da gigante do retalho terem superado os 7% em duas sessões. É que mesmo com uma perda de 21% nos resultados semestrais, os analistas acreditam que o título da Sonae tem potencial de subida.

Ainda no retalho a Jerónimo Martins já inverteu e segue agora a ganhar 0,1% para 14,795 euros.

No sentido contrário destaque para as ações dos CTT que caem 0,29% para 0,885 euros. Os analistas contatados pela Reuters referem que os títulos dos CTT continuam a ser penalizados pela decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) que enviou uma nota de ilicitude ao operador postal, acusando-o de abusar da posição dominante.

"A conduta dos CTT é grave, tendo ocorrido na sequência da liberalização do setor postal, introduzida pela Lei Postal, de Abril de 2012, que visou abrir o setor postal à concorrência", referiu o regulador, cuja nota de ilicitude foi adotada em 12 de Agosto de 2016.

O regulador da concorrência frisou que "a investigação da AdC demonstrou que os CTT utilizaram o controlo sobre a única rede de distribuição de correio tradicional com cobertura nacional em Portugal para impedirem a entrada ou a expansão de concorrentes no mercado nacional de prestação de serviços de correio tradicional".

Lá fora, a recuperação do preço do cobre está a animar o setor dos recursos básicos, como o dos minérios.

E os investidores estão com olhos postos nas primeiras leituras dos índices de gestores de compras - Manufacturing Purchasing Managers (PMI) - dos setores dos serviços e indústria da zona euro. Enquanto do outro lado do Atlântico, as atenções voltam-se para a divulgação da venda de imóveis novos nos Estado Unidos.