A Credit Suisse decidiu subir o preço-alvo da NOS de 4,5 euros para 5,3 euros por ação, referindo que o «momentum» operacional deverá continuar a melhorar.

A suportar, o desvanecer do impacto dos remédios impostos pelo regulador no âmbito da fusão, a expansão da base de clientes para próximo de 500.000 casas e o crescimento do móvel, já que, atualmente, apenas 17% dos clientes do fixo têm subscrição móvel.

«Nos últimos três meses, o preço das ações da NOS caiu cerca de 25%, apesar do bom progresso na integração (da fusão) e dos resultados do segundo trimestre que foram, na nossa perspetiva, bons», afirmaram os analistas Henrik Herbst e Justin Funnell.

O lucro da NOS recuou 40% para 18,4 milhões de euros no segundo trimestre do ano, ligeiramente acima das estimativas, pressionado por despesas de marketing com o lançamento da nova marca e custos da fusão.

Às 14:45 as ações da cotada seguiam a subir 0,96% a custar 4,02 euros por ação.