"O que nós fizemos foi dizer que, no contexto da apresentação do programa de estabilidade, que é um cenário para quatro anos, prevíamos desde já poder acelerar esse calendário de reembolso, mas não faz sentido pedir a autorização aos parceiros europeus para a segunda parte enquanto não estivermos pelo menos mais próximo do final da utilização daquela autorização que já nos foi concedida", explicou, apontando então que "haverá um processo formal de pedido de autorização para o remanescente a seu tempo".