As ações do BCP estão esta manhã em alta de 3,84% para 0,016 euros animadas pela marcação da assembleia-geral para dia 9 de novembro. Uma reunião em que os acionistas devem abrir a porta aos chineses da Fosun, já que o objetivo é aprovar o aumento do limite de votos na instituição dos atuais 20% para 30%. Esta alteração, tal como o aumento do número máximo de administradores, visa dar resposta a duas das condições que os chineses impuseram para investir no banco liderado por Nuno Amado.

A sessão também abriu melhor para Jerónimo Martins, que ganha 0,94% para 16,110 euros, depois de ontem ter tido um dos piores desempenhos do PSI20. Segundo o Negócio, citando um research do Haitong, as empresas do retalho podem ser das mais efetadas com o Orçamento do Estado para 2017 tendo em conta que podem pagar o novo impostos sobre o património, ao mesmo tempo de vão sofrer em vendas devido ao no imposto sobre os refrigerantes.

Dia mais favorável também para a Galp, a crescer 1,75% para 12,5 euros, seguida da de perto pela EDP e pela Renováveis – 1,32% para 2,984 euros e 1,19% para 7,052 euros, respetivamente.

Pela negativa, sobretudo, a NOS com perdas de 2,86% para 5,625 euros. De resto, uma tendência negativa que o título de comunicações seguiu também ontem, depois de o BPI ter baixado o preço-alvo dos títulos em trinta cêntimos, para 6,40 euros, mantendo a recomendação de "neutral", citou o Negócios

Contas feitas, o PSI20 sobe 0,64% para 4.629,23 pontos em linha com as principais praças europeias, que estão a prolongar o otimismo da sessão asiática, depois de os dados dececionantes da indústria norte-americana terem colocado dúvidas sobre a possibilidade da Reserva Federal dos Estados Unidos subir os juros até ao final do ano.

Os olhos dos investidores estão também virados para resultados das empresas referentes ao terceiro trimestre. Hoje nos Estados Unidos é a vez do do banco Goldman Sachs apresentar os números trimestrais.